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Jovair rebate condenações e diz que foi eleito para relatar processo do impeachment

A Foto Agencia Brasil - - -

Brasília – O relator da comissão especial que analisa denúncia contra a presidenta Dilma Rousseff, Deputado Jovair Arantes, durante reunião para votação do parecer que apontou que Dilma precisa ser julgada pelo Senado por crime de responsabilidade fiscal (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

BC, SC, Brasil.- O relator do processo do impeachment na Câmara, deputado Joavair Arantes (PTB-GO), rebateu o dia 15 de abril as acusações do líder do PT, Afonso Florence (BA),  e do vice-líder do partido, Paulo Teixeira, de que ele foi indicado pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para relatar o processo.

“Quero dizer que tive 62 dos 65 votos na comissão especial [ do impeachment]. Os outros três deputados não votaram contra mim, mas se abstiveram”, lembrou.

Quanto ao rito adotado, Arantes esclareceu que está seguindo à risca o que determinou o Supremo Tribunal Federal (STF).

O relator comemorou a decisão da Corte, que, em sessão que terminou na madrugada de hoje, confirmou as regras divulgadas por ele e pelo presidente da comissão especial do impeachment ,Rogério Rosso ( PSD-DF).

“Ontem, o STF confirmou na integralidade todo o trabalho que eu e o deputado Rosso fizemos na comissão do impeachment”, acrescentou.

Sobre a votação do relatório no domingo, Jovair Arantes fez uma provocação. “ Vamos ver quem está com a razão”, afirmou o relator antes da abertura da segunda sessão do dia no plenário, que registrou a presença de 459 dos 513 deputados.