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Operação Costa York combate tráfico internacional de drogas em Rondônia

A Foto PF do Brasil  -Porto Velho, RO / BC, SC, Brasil – A Polícia Federal deflagrou o 1ºde março a Operação Costa York, para desarticular uma organização criminosa especializada em tráfico internacional de drogas, em Rondônia.

Segundo nota, distribuída pela Agência de Noticias da PF, policiais federais deram cumprimento a 13 mandados judiciais: 8 de prisão preventiva e 5 de busca e apreensão, nas cidades de Guajará-Mirim, Ji-Paraná e em Porto Velho/RO, todos expedidos pela Justiça Federal.

Diz a informação oficial que, durante as investigações, a PF constatou que uma organização criminosa que atuava no tráfico internacional de drogas instalou-se na região da fronteira Brasil-Bolívia, na região de Guajará-Mirim. O grupo adquiria as substâncias entorpecentes diretamente na cidade de Guayaramerín/Bolívia, na maioria das vezes em troca de veículos furtados/roubados no Brasil.

Ela também utilizava terrenos rurais às margens do Rio Pacaás Novos para armazenar a droga e produzir os “mocós” nos veículos. Posteriormente, a cocaína tanto era levada para cidades de Rondônia quanto de outros estados da federação.

No início de 2015, foram realizadas algumas apreensões de drogas da quadrilha, dentre elas uma de aproximadamente 20 kg de pasta base de cocaína escondidos em uma caminhonete.

Uma parte da quadrilha seria responsável pela receptação de veículos furtados em Porto Velho/RO e região, os quais eram transportados até a fronteira com a Bolívia- nas margens dos Rios Mamoré e Pacaás Novos, em Guajará-Mirim- com o fim de serem atravessados para o país vizinho e servirem como pagamento pela droga enviada ao Brasil. Vários destes veículos foram recuperados e restituídos aos proprietários.

Ao todo, foram apreendidos armamentos (pistola 9mm, espingardas, armas de fabricação caseira e munição de toda ordem) e quase 30 kg de entorpecentes do grupo, que teve vários de seus integrantes presos em flagrante, além de vários veículos.

De acordo com a PF, os presos, após serem ouvidos na PF, serão encaminhados à Casa de Detenção de Guajará-Mirim e responderão pelos crimes de tráfico internacional de drogas e organização criminosa, perante a Justiça Federal.