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2ª Fase de Grande Truque, investiga operações realizadas por empresas de transporte de valores, estranhas às suas atividades fins.

Foto PF Brasil

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BC, SC, Brasil. A Polícia Federal deflagrou no dia 21 de outubro a segunda fase da Operação Grande Truque, que visa investigar operações financeiras realizadas por empresas de transporte de valores, estranhas às suas atividades fins. Foram arrecadados R$ 25 milhões s em espécie e mais de R$ 60 milhões em moedas estrangeiras – dólares americanos, australianos e canadenses; francos suíços; libras esterlinas; euros; ienes; pesos argentinos; etc.

Cabe assinalar que, a informação foi publicada pela Agência da Polícia Federal do Brasil, no dia 22 de outubro.

A nota oficial diz que, as buscas foram realizadas numa empresa de transporte de valores, em uma loja localizada no Aeroporto Internacional dos Guararapes em Recife/PE e num banco em São Paulo/SP. Além dos valores em reais e moedas estrangeiras, foram apreendidos documentos, mídias de computador, planilhas e material de informática que passarão por perícia técnica. O gerente da empresa de valores foi preso em flagrante sendo autuado pela prática do crime de instituição financeira clandestina (art. 16 da Lei nº 7.492/86) onde a pena pode chegar até quatro anos de reclusão.

Os delitos investigados ofendem, principalmente, o Sistema Financeiro Nacional por práticas de caixa 2 – (art. 11 da Lei nº 7.492/86 – pena de até cinco anos de reclusão), instituição financeira clandestina – (art. 22 da Lei nº 7.492/86 – pena de até seis anos de reclusão) e lavagem de dinheiro.

Segundo a PF, após a conclusão do flagrante, foi arbitrada uma fiança no valor de R$ 1.576,00 e logo após o preso foi conduzido até o Instituto de Medicina Legal para realização de exame de corpo de delito e em seguida liberado. Ele deverá responder ao processo em liberdade.