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Polícia Federal deflagra 3ª fase, onde se investiga crimes: Advocacia Administrativa Fazendária, Tráfico de Influência, Corrupção Passiva, Corrupção Ativa, Associação Criminosa, Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro. As fraudes apuradas pela PF junto ao CARF/Receita Federal já somam prejuízos de, pelo menos, R$ 5,7 bilhões aos cofres públicos.Foto Polícia Federal do Brasil. -Brasília, DF – BC, SC, Brasil.- A Polícia Federal realiza hoje, 8, a 3ª fase da Operação Zelotes. No total, estão sendo cumpridos pelos policiais sete mandados de busca e apreensão, cinco deles em Brasília/DF, além de outros dois no Rio de Janeiro. As medidas judiciais foram concedidas pela 10ª Vara Criminal Federal do DF. As ações de hoje são fruto da primeira análise do material apreendido na deflagração da Operação Zelotes, em 26 de março de 2015. Nos documentos apreendidos à época foram identificados novos indícios que apontam para a participação de outro conselheiro do Conselho Administrativo de Recursos Humanos (CARF), além de escritórios de advocacia ligados a ele.

Segundo nota da Agência de Noticias da PF, durante quase sete meses de investigação – em andamento na Superintendência da Polícia Federal no DF -, os policiais apuram a prática dos crimes de advocacia administrativa fazendária, tráfico de influência, corrupção ativa e passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro, ocorrida em decorrência de negociações escusas realizadas em processo administrativos de interesse do CARF. Ficou comprovado que conselheiros e funcionários do órgão defendiam interesses privados, em detrimento da União, e ainda, valendo-se de informações privilegiadas, realizavam captação de clientes por meio de “escritórios de assessoria, consultoria ou advocacia”, que ofereciam “serviços e facilidades” em julgamentos dentro do CARF.

OPERAÇÃO ZELOTES

Diz a nota oficial que, a Operação Zelotes foi deflagrada no dia 26 de março deste ano. Naquele dia, 180 policiais federais cumpriram 41 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Ceará e no Distrito Federal.

Os crimes investigados são: Advocacia Administrativa Fazendária, Tráfico de Influência, Corrupção Passiva, Corrupção Ativa, Associação Criminosa, Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro. As fraudes apuradas pela PF junto ao CARF/Receita Federal já somam prejuízos de, pelo menos, R$ 5,7 bilhões aos cofres públicos.