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  • Especialista das Nações Unidas pede que relatório sobre o pais seja enviado ao Tribunal Penal Internacional
  • Darusman também solicitou à Assembleia Geral que seja concedido acesso para os mecanismos de direitos humanos da ONU para ajudar, avaliar e verificar a implementação das recomendações no país.
Mercado de Tongil, Pyongyang, Coreia do Norte. Foto: Instagram/Drew Kelly (instagram.com/drewkelly)

Mercado de Tongil, Pyongyang, Coreia do Norte. Foto: Instagram/Drew Kelly (instagram.com/drewkelly)

Rio de Janeiro. O especialista da ONU sobre a situação dos direitos humanos na República Democrática Popular da Coreia (RDPC), Marzuki Darusman, apresentou seu mais recente relatório à Terceira Comissão da Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (28). O documento detalha uma ampla gama de graves violações de direitos humanos no país.

É preciso dizer que, a informação, em idioma português, foi divulgada no dia 30 de outubro pela ONU Brasil.

Para o especialista, é importante que todo o sistema das Nações Unidas siga as recomendações do relatório da Comissão de Inquérito da ONU sobre os direitos humanos na RDPC de “forma coordenada e unificada”, visando prevenir genocídios e violações dos direitos humanos.

Darusman sugeriu que a Assembleia Geral apresentasse ao Conselho de Segurança da ONU o relatório de 400 páginas da Comissão de Inquérito , que foi lançado em fevereiro deste ano. O objetivo é que medidas urgentes sejam tomadas para resolver a situação crítica no país e encaminhar o documento para o Tribunal Penal Internacional (|TPI).

Durante sua apresentação, Darusman também solicitou à Assembleia Geral que solicite que seja concedido acesso para os mecanismos de direitos humanos da ONU para ajudar, avaliar e verificar a implementação das recomendações no país.

“… as autoridades devem permitir que todas as pessoas que foram sequestradas ou vítimas de outras formas de desaparecimentos forçados, bem como seus descendentes, retornem imediatamente para seus países de origem, e acelerar a investigação sobre o destino dos desaparecidos, de forma transparente e verificável”, ressaltou.

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