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O cambojano, Taing Try foi assassinado em 12 de outubro na província de Kratie. Segundo relatos da mídia, outros jornalistas morreram anteriormente ao tentar documentar o abate ilegal de árvores na província de Kratie. 

Foto: UNESCO

Foto: UNESCO

Rio de Janeiro. – A chefe da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Cultura e a Ciência (UNESCO), responsável por defender a liberdade de imprensa, denunciou nesta sexta-feira (17) o assassinato de um jornalista cambojano, morto por um tiro enquanto investigava a extração ilegal de madeira no leste do país.

Cabe dizer que a informação foi divulgada no dia 17 de outubro, em idioma português, pela ONU Brasil.

Irina Bokova observou que as pessoas e as comunidades precisam receber informações sobre diferentes canais para que possam fazer escolhas pessoais e profissionais importantes. “Por esta razão o trabalho de jornalistas como Taing Try é tão essencial e porque é tão importante para aqueles responsáveis por sua morte serem levados à justiça”, adicionou Bokova.

Try trabalha como repórter freelance para jornais locais e era membro da associação de jornalistas “Khmer Bracheathibtey” ou Democracia Khmer. Seu assassinato ocorreu na província de Kratie no último dia 12 de outubro, e, segundo relatos da mídia, outros jornalistas foram mortos nos últimos anos ao tentar informar sobre a extração ilegal de madeira nesta região.

O nome de Taing Try será adicionado à página de UNESCO dedicada aos jornalistas mortos em serviço.

Walmar 0