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Funcionária da OMS tem sua temperatura verificado no Aeroporto Lugin, em Freetown, Serra Leoa. Foto: OMS/Serra Leoa

Funcionária da OMS tem sua temperatura verificado no Aeroporto Lugin, em Freetown, Serra Leoa. Foto: OMS/Serra Leoa

Rio de Janeiro.- A desinformação sobre o ebola está piorando uma situação já frágil, disse o vice-secretário-geral da ONU, Jan Eliasson, em evento sobre o combate à epidemia, nesta terça-feira (2) na sede da ONU em Nova York.

“O fator medo tem um papel importante na crise. Encorajo os Estados-membros, as empresas e os indivíduos a tomarem decisões baseadas em evidências científicas, não no medo”, pediu Eliasson.

“Este surto é mais do que uma crise de saúde”, disse, ao explicar que os sistemas de saúde nos países afetados estão sobrecarregados com a magnitude e complexidade do problema. Estes países estão descobrindo como esta crise é extremamente difícil de lidar. Por isso, a comunidade internacional deve intensificar os seus esforços e ajudar a aumentar a capacidade dos países afetados e seus sistemas de saúde.

“Do ponto de vista da ONU, este é um dos problemas de saúde mais sérios que já enfrentamos. A realidade no terreno não é diferente da causada por calamidades naturais e conflitos de grande magnitude – e em alguns aspectos ainda mais difícil, com consequências terríveis em várias outras áreas da sociedade”, disse Eliasson.

Cabe assinalar que, a informação foi traduzida e divulgada pela ONU Brasil, no 2 de setembro.

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