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Força-tarefa das Nações Unidas define ações para responder aos riscos da aviação civil em áreas de hostilidades

Foto: Banco Mundial/Arne Hoel

Foto: Banco Mundial/Arne Hoel

Rio de Janeiro.- Após semanas de força-tarefa sobre os riscos à aviação civil decorrentes em zonas de conflito (TF RCZ), a Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), agência especializada das Nações Unidas, concluiu sua segunda reunião desenvolvendo um programa de trabalho global bem definido com dois projetos imediatos, que devem aperfeiçoar as funções e procedimentos relacionados com a mitigação de riscos em zona de conflito no espaço aéreo civil.  

“Esta foi uma reunião bastante produtiva, principalmente, pelos objetivos serem considerados muito difíceis”, destacou o presidente do TF RCZ, David McMillan, ressaltando que o grupo foi convocado em caráter de urgência após a derrubada do avião da Malaysia Airlines. 

“Estou muito confiante de que vamos estar enviando um conjunto muito maduro e prático de propostas ao Conselho da ICAO. Estas recomendações vão ajudar a garantir a segurança dos passageiros civis e tripulantes, não importa em qual companhia aérea estejam voando ou onde estejam voando”, acrescentou MacMillan. 

O primeiro projeto deve explorar melhor o sistema de alertas NOTAM (Notice to Airmen, ou sistema de aviso aos aviadores), já usado entre países e pilotos, de forma a aprimorar através dessa ferramenta o compartilhamento de informação urgente e crítica sobre riscos em zona de conflito. Já o segundo projeto foca na criação de um novo sistema centralizado, mediado por parceiros da ICAO, para o compartilhamento imediato e urgente de informações sobre riscos de zona de conflito.

É preciso assinalar que a informação, foi divulgada, em idioma português, pela ONU Brasil, no dia 29 de agosto.

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