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Segurança e Saúde no Trabalho. Foto: OIT

Segurança e Saúde no Trabalho. Foto: OIT

Nova York.- Em congresso na Alemanha, diretor-geral da agência afirma que 2,3 milhões de pessoas morrem por ano; segundo Guy Ryder, dado é inaceitável e há muito a ser feito; assunto está sendo debatido por 4 mil especialistas de 139 países num congresso na Alemanha.

 É preciso assinalar que, a informação foi produzida por Edgard Júnior, da Radio ONU em Nova York, no dia 25 de agosto.

A Organização Internacional do Trabalho, OIT, alertou que 2,3 milhões de pessoas morrem anualmente devido a doenças e acidentes de trabalho no mundo inteiro.

A agência da ONU disse ainda que 860 mil pessoas sofrem algum tipo de ferimento em acidentes de trabalho todos os dias. Os custos globais, diretos e indiretos, dessas doenças e acidentes chegam a US$ 2,8 trilhões, o equivalente a quase R$ 7 trilhões.

Congresso Mundial

Aproximadamente 4 mil especialistas em segurança, políticos e cientistas de 139 países participam do 20º Congresso Mundial sobre Segurança e Saúde no Trabalho 2014, em Frankfurt, na Alemanha.

O tema da reunião este ano é “Um mundo sem acidentes ocupacionais sérios ou fatais é possível”.

O diretor-geral da OIT, Guy Ryder, falou sobre a situação na abertura do encontro, esta segunda-feira.

Guerras

Ryder disse que os acidentes e doenças no trabalho matam mais do que as guerras. Ele afirmou que esses números são inaceitáveis e que muito ainda precisa ser feito.

Ele explicou que os “acidentes ocupacionais representam, em primeiro lugar, tragédias humanas, mas as sociedades e as economias também pagam um preço alto.”

O diretor-geral da OIT afirmou que um local de trabalho seguro e saudável é um direito humano básico e que deve ser respeitado em todos os níveis. Para ele, esse respeito é uma obrigação e também uma condição para o desenvolvimento econômico sustentável.

Práticas

O presidente do Congresso Mundial, Walter Eichendorf disse que “as soluções para os problemas de segurança ocupacional estão sendo desenvolvidas em todo o mundo.

Segundo ele, existem exemplos de práticas com medidas sendo testadas em vários países.

Eichendorf disse que a troca de ideias entre os especialistas no Congresso serve de ajuda para que ninguém precise começar do zero no combate aos acidentes de trabalho.

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