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Foto: ONU/Casey Crafford

Foto: ONU/Casey Crafford

Rio de Janeiro.- A Organização da ONU para Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) condenou nesta sexta-feira (08) a morte do jornalista Timur Kuashev, de 26 anos, na Rússia e pediu uma investigação completa do caso.

É preciso dizer que, a informação foi divulgada, em idioma português, pela ONU Brasil, no dia 8 de agosto.

Segundo relatos, o corpo de Kuashev foi encontrado nos subúrbios de Nalchik, capital da Kabardina-Balkaria, em 1° de agosto, um dia depois de ter desaparecido. Ele já tinha relatado que vinha recebendo inúmeras ameaças de morte nos últimos anos. Kuashev era correspondente da Dosh, uma revista de assuntos correntes sobre o Norte do Cáucaso, e também escrevia para dois portais de notícias que cobrem a região, Caucasian Knot e Cauacasus Politics.

“É importante para a liberdade de imprensa e para os jornalistas poderem desempenhar suas funções profissionais sem temer por suas vidas. Espero que as autoridades não poupem esforços para esclarecer as circunstâncias da morte de Timur Kuashev”, disse a diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, em comunicado à imprensa.

De acordo com a UNESCO, mais de 430 jornalistas foram mortos entre 2007 e 2012. A UNESCO, agência encarregada também de defender a liberdade de imprensa, mantém uma uma página web em memória a todos os jornalistas mortos no cumprimento do seu dever.

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