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Educador dá aula de matemática para estudantes da Rocinha. Foto: GERJ/André Gomes de Melo Educador dá aula de matemática para estudantes da Rocinha. Foto: GERJ/André Gomes de Melo

Educador dá aula de matemática para estudantes da Rocinha. Foto: GERJ/André Gomes de Melo
Educador dá aula de matemática para estudantes da Rocinha. Foto: GERJ/André Gomes de Melo

Rio de Janeiro.- Após pesquisa realizada pelo Inter-American Dialogue sobre metas de aprendizado na América Latina, a aplicação do teste LLECE, que conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), para avaliar o desempenho de alunos na educação primária foi apoiada por 97% dos entrevistados – taxa igual à do PISA [Programme for International Student Assessment].

“É animador ver que vários dos estudos reconhecem a validade das avaliações do LLECE”, disse Moritz Bilagher, coordenador do LLECE – Latin American Laboratory for Assessment of the Quality of Education – no escritório da UNESCO em Santiago do Chile.

Segundo ele, esses dados apontam para a grande contribuição de tais testes para o monitoramento da aprendizagem na América Latina e Caribe durante a agenda de desenvolvimento pós-2015.

Conduzida em março de 2014, a pesquisa avaliou a receptividade de educadores latino-americanos aos muitos testes de aprendizado atualmente disponíveis. Desde 1997, o teste LLECE avalia o desempenho em matemática, linguagem e, a partir de 2006, ciências, adaptando o conteúdo de suas provas para que não destoe da realidade nacional ou regional dos estudantes.

Sua terceira versão – conhecida como TERCE – já foi adotada por 15 países, mais o estado mexicano de Nuevo León. Resultados da aplicação serão divulgados em dezembro deste ano e comparados com os de sua segunda versão (SERCE), criando um panorama por meio do qual se avaliará a evolução dos sistemas educacionais latino-americanos de 2006 até 2013.

Cabe assinalar que, a informação foi divulgada pela ONU Brasil, no dia 12 de maio.