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Foto: UNESCO

Foto: UNESCO

Rio de Janeiro, Brasil.- Nesta quinta-feira (24), a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, pediu que as forças presentes na Síria tenham respeito aos profissionais de mídia e jornalistas, depois que três funcionários de uma estação de televisão libanesa foram mortos ao relatar sobre os confrontos no sul de Damasco, na Síria.

“Condeno o assassinato de Hamza Al-Hajj Hassan, Mohamed Muntich e Halim Alouh”, disse Irina Bokova, encarregada de defender a liberdade de imprensa, em um comunicado à imprensa.

“Não há nenhuma justificativa para tornar alvos os trabalhadores da mídia, que são os olhos e os ouvidos da sociedade civil, cujo trabalho é essencial em qualquer tentativa de superar conflitos e curar suas feridas”, acrescentou.

A equipe, que incluía um repórter, um cinegrafista e um técnico, estava cobrindo os confrontos na cidade de Al-Maaloula para a televisão libanesa Al-Manar em 14 de abril.

Com estas mortes, sobe para cinco o número de assassinatos na Síria condenados pela diretora-geral desde janeiro de 2014. Os nomes dos profissionais serão incluídos na página da UNESCO dedicada a jornalistas mortos no cumprimento do seu dever.

Cabe assinalar que a informação foi divulgada pela ONU Brasil, na sexta-feira 25 de abril.