Foto ONU - CópiaRio de Janeiro, Brasil.- A chefe da agência das Nações Unidas encarregada de defender a liberdade de imprensa condenou nesta sexta-feira (20) o recente assassinato do radialista Édison Alberto Molina, na cidade de Puerto Berrio, na Colômbia.

Segundo informação do dia 20 de setembro, traduzida para idioma português, Molina, um advogado de 40 anos de idade, apresentava um programa sobre questões jurídicas na rádio comunitária ‘Puerto Berrío Stereo’, onde denunciava a corrupção regularmente, de acordo com um comunicado de imprensa emitido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Ele morreu no último dia 11 de setembro após ser baleado várias vezes enquanto ia de moto para casa. Molina estava com a esposa, que ficou levemente ferida no ataque. Ele relatou ter recebido várias ameaças de morte nos últimos meses.

Eu condeno o assassinato de Édison Alberto Molina”, disse a diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova. “É essencial que os autores deste crime, que ameaça os direitos dos colombianos a debater questões de seu interesse, sejam levados à justiça.”

Molina é o terceiro jornalista assassinado na Colômbia desde o início do ano, lembrou a UNESCO.